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Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Envio para a Missão


No dia 29 de Julho, na Capelinha das Aparições, em Fátima, foram enviadas quatro Leigas Missionárias Combonianas para a Missão. Todas elas partem pela primeira vez, depois de uma caminhada de formação e preparação para a missão. Maria de Lurdes Maravilha parte para o Brasil Nordeste no projecto de Açailândia; Susana Vilas Boas parte para a Republica Centro Africana, no projecto de Mongoumba; Sandra e Vânia da Costa partem as duas para o projecto de Carapira, em Moçambique. Ficam aqui alguns dos seus tesmunhos:

“Quando conheci os Missionários Combonianos, o “bichinho” da missão instalou-se em mim e, apesar de ter estado adormecido durante alguns anos, nunca mais saiu!

“Neste momento que me preparo finalmente para partir em missão, sinto uma enorme alegria e entusiasmo mas também algumas preocupações, pois está claro!...
Mas durante estes 2 anos de formação nos Leigos Missionários Combonianos, aprendi que, para melhor nos adaptarmos ao novo meio que nos acolhe, devemos observar, escutar e até questionar! Apercebi-me também que irmos em missão não significa fazer, mas sobretudo significa estar, pois só a nossa presença já é um sinal de esperança!
Então é isso que pretendo fazer, ser um sinal de esperança no meio do povo que me vai receber, e depois ajudar naquilo que for necessário!
Desta forma, espero corresponder à expectativa dos Leigos Missionários Combonianos,através dos quais vou em missão, mas sobretudo à expectativa d’Aquele que me envia!” .”
Vânia da Costa


“O Amor pela África esteve sempre no meu coração, por isso, me apaixonei tanto pela possibilidade de participar no projecto da República Centro Africana. Na verdade, são dois os aspectos que me atraem neste projecto, por um lado, a possibilidade de participar numa Missão no coração da África (que fascina qualquer um que ame verdadeiramente este continente), e, por outro lado, ter o gosto de participar activamente na “internacionalização” dos LMC. Aliás, para mim, o que importa, de facto, é pôr os meus dons e capacidades ao serviço da Missão, por isso, com certeza, Deus providenciará a melhor forma de fazer de mim um Seu instrumento ao serviço dos meus irmãos africanos.”
Susana Vilas Boas