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Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Dia de Comboni

No passado dia 10 de Outubro, dia de São Daniel Comboni, os Missionários Combonianos organizaram na sua casa de Coimbra, uma comemoração deste acontecimento que congregou o Sr. Bispo de Coimbra Dom Albino Cleto, a comunidade comboniana (Pe. Germano, Pe. Paulo e Ir. Francisco), Leigas Missionárias Combonianas (Márcia, de partida para a República Centro-Africana, Sandra e Élia), amigos, colaboradores, sacerdotes, religiosos e religiosas da diocese de Coimbra.

A festa iniciou-se com a celebração da Eucaristia, presidida por D. Albino Cleto, onde nos unimos a toda a Igreja, e em especial a toda a família comboniana, para celebrar a vida e a obra de São Daniel Comboni e agradecer a Deus por continuarem a existir pessoas que se entregam ao seu ideal e ao seu carisma.

Em seguida reunimo-nos à volta de outra mesa, onde também em comunhão, almoçámos e confraternizámos celebrando assim em festa este dia tão especial para todos.

 

Nesse dia D. Albino disse: “… hoje não devemos apenas levar/dar o nosso amor aos outros através de obras ou bens, devemos acima de tudo levar a Fé! Levar a Fé, a Esperança e a Caridade como São Daniel Comboni fez…”

Comboni no seu tempo enfrentou realmente grandes perigos, doenças e contrariedades mas nunca desistiu porque o que o impelia verdadeiramente era a Fé, a Esperança e a Caridade. Podemos comprovar isso nas palavras que ele escreveu a seus pais: “Teremos que sofrer, suar, morrer, mas o pensar que se sofre e morre por amor de Jesus Cristo e da salvação das almas mais abandonadas do mundo é demasiado consolador para nos fazer desistir da grande empresa”.

Sempre me identifiquei muito com o carisma de Comboni porque no seu lema "Ou África ou a morte” vejo a radicalidade e a intensidade da sua entrega à missão; no seu plano de “Salvar a África com a África” noto que era um homem visionário e defensor dos direitos humanos; ao dizer que o missionário deve ser ”santo e competente” e viver de um “grande amor a Deus, que leva a um grande amor ao próximo” é notório que Jesus Cristo era o centro da sua vida e que o trabalho e as dificuldades nunca o fariam desistir.

 

Que a vida e obra de São Daniel Comboni, um dos maiores missionários da igreja, continue a inspirar cada vez mais pessoas para que a sua profecia: “eu morro mas a minha obra não morrerá” continue sempre actual, através da doação da vida de homens e mulheres que escolhem segui-lo, e a Jesus Cristo, entre os povos mais necessitados na fé e mais abandonados pela sociedade.

 

Ester Alexandra

 

 

 

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