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Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

2º Encontro da FEC: Projectos de Cooperação para o Desenvolvimento

No fim-de-semana de 9/01/2010 participamos na 2ª Sessão de Formação de Voluntariado Missionário, organizada pela FEC (Fundação Evangelização e Culturas), que teve lugar na Casa dos Silenciosos Operários da Cruz em Fátima, subordinada ao tema “Projectos de Cooperação para o Desenvolvimento” e tendo como objectivos:

 

- Capacitar os voluntários com bases teóricas para a implementação de projectos de cooperação para o desenvolvimento, nomeadamente através da definição destes dois conceitos; bem como, capacitar para a elaboração de projectos de desenvolvimento;

- Reflectir sobre o papel dos voluntários missionários nos programas de cooperação e nos projectos de desenvolvimento.

 

No dia de Sábado, orientados por Catarina Lopes, além dos conceitos de desenvolvimento, sua origem e o “papel que temos a desempenhar junto dos países mais pobres”, reflectimos sobre o que nos move a partir, a ficar, a enviar…

 

Tendo como base “Os Sete Sapatos Sujos” de Mia Couto, primeiro em grupos e depois em conjunto fomos desafiados a escolher “os Sapatos” que devemos deixar quando partimos em missão.

“Sapatos” identificados:

- Preconceitos

- Convicção que vamos mudar o mundo

- Auto confiança desmesurada

- Imposição de modelos

- Egocentrismo/ individualismo

- Banalização da espiritualidade

- Valorização excessiva do tempo cronológico

 

A manhã de Domingo foi dedicada ao “Ciclo de Projecto”, tendo por orientadora Joana Portela, ficamos a conhecer como se estrutura um projecto de cooperação para o desenvolvimento, como se definem objectivos, como se projectam os resultados a atingir e como se estruturam as actividades a desenvolver.

 

Qualquer projecto deve ser trabalhado no terreno e, em todas as suas fases, com a participação das populações locais (desde a identificação, planeamento, execução, avaliação e continuidade). Os nacionais devem estar capacitados para dar continuidade aos empreendimentos após a saída do terreno da entidade promotora.

 

Tivemos ainda a oportunidade de ouvir os testemunhos da Angélica, da Marta e do Eduardo que partilharam as suas experiências de missão.

 

Houve momentos de agradável convívio entre todos os participantes, em especial na noite de Sábado. Saímos deste encontro mais ricos pela partilha e mais preparados para a missão a que somos chamados.

 

Élia Gomes