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Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Voluntariado Internacional de inspiração cristã regista aumento de 40%.

 
 

“Participar num projeto de voluntariado missionário torna os voluntários cidadãos ativos, atuantes e comprometidos com a transformação da realidade social.”

 

 

Em Portugal, o Voluntariado Internacional de inspiração cristã regista um aumento de 40%.

Este ano partiram (ou vão partir) 140 voluntários para Moçambique, 64 para Angola e 56 para São Tomé e Príncipe. Cabo Verde acolhe 52 voluntários, a Guiné-Bissau 51, o Brasil 25 e Timor-Leste 10. Dois voluntários marcam ainda presença na Colômbia e outros dois na Zâmbia.
 
Este é o resultado de um inquérito feito às 61 Entidades que integram a Rede de Voluntariado Missionário coordenada pela FEC.

 

Para além dos vários números e factos que nos elucidam para uma realidade que veio para ficar, destacamos deste estudo as conclusões que dão conta da valorização da vida em comunidade e aprendizagem de novas formas de estar/ser como sendo as principais transformações sentidas pelos voluntários.

Deixamos aqui um pequeno trecho do inquérito (que não substitue a sua leitura integral).

 

 

 

 

“Ao regressar a Portugal, os voluntários comprometem-se a continuar a apoiar os projetos locais a partir do seu país.”


 
Participar num projeto de voluntariado missionário dá aos voluntários a oportunidade de se envolverem num processo de educação não-formal, que os torna cidadãos ativos, atuantes e comprometidos com a transformação da realidade social, em benefício do bem comum.

 

De acordo com as entidades inquiridas, no regresso de missão, os voluntários dão maior importância à vida em comunidade, sendo que o trabalho junto de pessoas de outras culturas, com hábitos e costumes distintos, permite-lhes contactar com diferentes formas de ser pessoa, respeitando cada uma na sua dignidade, contribuindo para uma aprendizagem de novas formas de ser e estar.

 

“Viver junto de populações carenciadas e com poucos recursos, desperta nos voluntários a valorização dos recursos naturais, como a água.”

 
As necessidades de desenvolvimento social e económico são muitas, por isso, ao regressar a Portugal, os voluntários comprometem-se a continuar a apoiar os projetos locais a partir do seu país.

A vivência prolongada numa cultura distinta sensibiliza os voluntários para as questões relacionadas com a interculturalidade. Por outro lado, viver junto de populações carenciadas e com poucos recursos, desperta nos voluntários a valorização dos recursos naturais, como a água. E, muitos, desejam voltar para o país de missão para aí trabalharem numa empresa, ONGD ou Associação.

 

 
 
Fonte: FEC