Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Surpresa durante a missa de envio

Quando parte um missionário, ele nunca vai sozinho!

 

Leva dentro de si a paixão pela missão, o amor desinteressado pelo próximo e o desejo de oferecer a sua vida àqueles que mais precisam. A Márcia é disso um bonito exemplo. A sua força, garra e amor ao próximo fazem dela uma pessoa muito especial, para todos aqueles que conviveram com ela durante a sua caminha de de formação rumo à missão da República Centro-Africana. 

 

Para além de todos os LMC, a Márcia também tem muitos e bons amigos que a acompanharam no desabruxar da sua fé e no amadurecimento da sua paixão pelo carisma de S. Daniel Comboni.

 

Aqui fica uma belissima surpresa preparada pelos amigos da Márcia!

 

Bárbara Cunha

Envio da Márcia

Neste fim-de-semana de 24 e 25 de Outubro, pudemos estar presentes na Paróquia da Márcia, Valongo do Vouga, para celebrar o seu envio para a missão de Mongumba na Republica Centro Africana, juntamente com a sua Comunidade Eclesial.

 

No Sábado, começamos por participar em vários encontros de catequese onde falamos da partida da Márcia e apresentamos vários aspectos da Missão da Igreja. Estivemos presentes na Missa para as crianças, muito participada, onde se percebeu a animação da sua Paróquia. À noite, fizemos uma vigília de oração com um bom número de pessoas.

 

No Domingo foi o grande dia, a igreja estava cheia para participar na Missa de envio presidida pelo Pe. Luís Filipe Dias, Missionário Comboniano que, para além de já ter trabalhado naquela paróquia, foi um dos responsáveis pela construção das fundações do nosso Movimento em Portugal.

 

A Eucaristia foi carregada de sentido e vivida com muita emoção. Para alem do significado que tem a partida da Márcia, foi sublinhado o papel dos que ficam, especialmente dos familiares e amigos mais próximos, que também são convidados a olharem para este acontecimento com os olhos da fé e a entregarem todas as dificuldades a Deus para participar desta forma tão especial na Missão da Igreja.

 

Foi muito bom poder ter participado neste fim-de-semana missionário, por tudo o que representa a partida de mais uma missionária de Jesus para o Mundo, mas também pelo convívio com todos aqueles que se sentem próximos da Márcia e participaram da festa.

 

A forma como a família da Márcia nos abriu as portas foi tocante, dando-nos o privilégio de assistir, tanto à alegria de vê-la a dar um passo tão importante, como à saudade que o afastamento que se aproxima promete a todos.

 

Agradecemos a hospitalidade de toda a comunidade de Valongo do Vouga que foi maravilhosa pelo entusiasmo demonstrado nas Eucaristias. Agradecemos ao Pe. João Paulo, pároco de Valongo do Vouga, pela disponibilidade, abertura e participação sentida. Finalmente agradecemos à Família da Márcia pela alegria e hospitalidade com que nos recebeu. 

 

Todos juntos pedimos ao Senhor que, por intercessão de Maria e Comboni, acompanhe sempre a Márcia pelos caminhos da Missão, que mantenha o seu coração aberto aos Seus Desígnios e os nossos fervorosos na oração para que tudo corra segundo a Sua vontade.

 

                                                                                                          Pedro Moreira

LMC       

 

Dia de Comboni

No passado dia 10 de Outubro, dia de São Daniel Comboni, os Missionários Combonianos organizaram na sua casa de Coimbra, uma comemoração deste acontecimento que congregou o Sr. Bispo de Coimbra Dom Albino Cleto, a comunidade comboniana (Pe. Germano, Pe. Paulo e Ir. Francisco), Leigas Missionárias Combonianas (Márcia, de partida para a República Centro-Africana, Sandra e Élia), amigos, colaboradores, sacerdotes, religiosos e religiosas da diocese de Coimbra.

A festa iniciou-se com a celebração da Eucaristia, presidida por D. Albino Cleto, onde nos unimos a toda a Igreja, e em especial a toda a família comboniana, para celebrar a vida e a obra de São Daniel Comboni e agradecer a Deus por continuarem a existir pessoas que se entregam ao seu ideal e ao seu carisma.

Em seguida reunimo-nos à volta de outra mesa, onde também em comunhão, almoçámos e confraternizámos celebrando assim em festa este dia tão especial para todos.

 

Nesse dia D. Albino disse: “… hoje não devemos apenas levar/dar o nosso amor aos outros através de obras ou bens, devemos acima de tudo levar a Fé! Levar a Fé, a Esperança e a Caridade como São Daniel Comboni fez…”

Comboni no seu tempo enfrentou realmente grandes perigos, doenças e contrariedades mas nunca desistiu porque o que o impelia verdadeiramente era a Fé, a Esperança e a Caridade. Podemos comprovar isso nas palavras que ele escreveu a seus pais: “Teremos que sofrer, suar, morrer, mas o pensar que se sofre e morre por amor de Jesus Cristo e da salvação das almas mais abandonadas do mundo é demasiado consolador para nos fazer desistir da grande empresa”.

Sempre me identifiquei muito com o carisma de Comboni porque no seu lema "Ou África ou a morte” vejo a radicalidade e a intensidade da sua entrega à missão; no seu plano de “Salvar a África com a África” noto que era um homem visionário e defensor dos direitos humanos; ao dizer que o missionário deve ser ”santo e competente” e viver de um “grande amor a Deus, que leva a um grande amor ao próximo” é notório que Jesus Cristo era o centro da sua vida e que o trabalho e as dificuldades nunca o fariam desistir.

 

Que a vida e obra de São Daniel Comboni, um dos maiores missionários da igreja, continue a inspirar cada vez mais pessoas para que a sua profecia: “eu morro mas a minha obra não morrerá” continue sempre actual, através da doação da vida de homens e mulheres que escolhem segui-lo, e a Jesus Cristo, entre os povos mais necessitados na fé e mais abandonados pela sociedade.

 

Ester Alexandra

 

 

 

Moçambique

 Estive em Moçambique nos anos de 2004 e 2005 na missão de Mangunde como Leiga Missionária Comboniana. A missão fica a 300kms da cidade da Beira para interior. Colaborei como professora no Projecto ESMABAMA dando aulas na escola da missão, trabalhando com os professores no aperfeiçoamento da sua prática pedagógica, ajudando no lar feminino e dando-me sempre que possível e oportuno.  

Este ano tive a graça de puder voltar a Moçambique e fiquei muito contente de constatar que o país está crescendo a todos os níveis: político, económico, social e no número e no empenho das suas comunidades cristãs. Foi com imensa alegria que verifiquei também que a maioria dos meus antigos alunos se encontram a estudar, ou até já são meus colegas, e continuam activos nas suas paróquias. Que gratificante para a missão de Mangunde e para todos os que lá se deram e continuam a dar das mais diversas formas!

Não quero com isto dizer que já não são precisos mais missionários em Moçambique, bem pelo contrário! Ainda há comunidades que não sentiram o Amor e a Misericórdia do Senhor, jovens que buscam uma luz para seguir, crianças que se querem sentir amadas incondicionalmente pelo Pai.

Peço orações e coragem para que aumente o número de missionários e para que os que se encontram em missão sejam sinal de simplicidade, fervor e total disponibilidade, à semelhança do nosso fundador São Daniel Comboni.

Tabonga! (Obrigada na língua local)

 

Maria Lucília Marques

 

Encontro com antigos alunos, hoje a fazer uma licenciatura, na Beira

 

PORTUGUÊS COM SOTAQUE

Poucos dias após a minha chegada ao Brasil, fui a uma rádio comunitária juntamente com um dos padres. Apresentei-me, disse que vinha de Portugal e que ficaria naquela comunidade por dois anos. No dia seguinte, passaram por casa um rapaz e duas raparigas que me tinham ouvido na rádio e queriam conhecer-me. O rapaz perguntou-me, espaçando cada sílaba: «Vo-cê fa-la por-tu-guês?» E eu respondo: «Eu sou de Portugal. Claro que falo português!!!» E continuei explicando que estava a falar português com um sotaque brasileiro para me fazer entender. Aqui muita gente pensa que em Portugal se fala uma língua completamente diferente da variante brasileira do português.

 

Rapidamente consegui ultrapassar esta pequena diferença entre as duas variantes da língua portuguesa. Já me encontro no Brasil há mais de um ano e graças a Deus não senti grandes dificuldades na minha adaptação. Desde o primeiro dia que me sinto em casa, porque tanto a comunidade comboniana, como as pessoas daqui, me receberam com muita alegria e carinho. Também não foi difícil adaptar-me ao clima (quase sempre acima dos 30 graus) nem à alimentação (à base de arroz com feijão e carne de vaca ou de frango).

 

A minha missão situa-se no estado do Maranhão, no Nordeste interior, numa cidade chamada Açailândia.  

Álvaro

LMC - Açailândia

 

Continue a ler aqui.

Curso de Missiologia

 Do dia 24 a 29 de Agosto de 2009, decorreu em Fátima o curso de Missiologia. Foi uma semana intensa de formação, que nos fez (re) pensar a actividade missionária da Igreja de hoje, à luz da transformação que foi sofrendo ao longo dos tempos e, do Concílio do Vaticano II.  

Este foi o segundo ano do ciclo bienal do curso de missiologia. Foram abordados os seguintes temas:
·          Na segunda-feira - A Evangelização na Época Moderna, orientado pelo Padre David Sampaio. Foi-nos dado a perceber a evolução e transformação que a Igreja tem sofrido e, a relação desta com a Missão. Deste dia realçamos a frase: “ Para a Missão é necessário convicção e levar como bagagem o coração”;
·         Na terça-feira, o formador Frei José Nunes “agitou as águas” ao falar da Evangelização e as Religiões: O ecumenismo e o diálogo inter-religioso. Fez uma abordagem ao ecumenismo, referindo a importância de se encontrar “ a unidade pela diversidade”. A unidade em Deus de todos os cristãos reconhecendo que a diversidade eclesial das diferentes Igrejas é uma riqueza. Fez ressaltar também a importância do diálogo Inter-religioso na medida em que Deus nos convida a todos a estar ao serviço do outro;
·          Na quarta-feira Dom António Couto mostrou-nos a figura de S.Paulo como Modelo Missionário. Um Missionário que diz: “ Fui agarrado por Cristo” (Fl 3,12) e dedica-se totalmente a segui-Lo. Deste dia, fica-nos o mote: “ Vós sois a carta de Cristo.” (2 Coríntios 3:3). O que diz a tua carta?
·         Na quinta-feira, o tema - A Mulher, discípula e apóstola: figuras de missionárias, foi abordado pela Irmã Maria José Bruno, que mostrou o papel da mulher na Igreja ao longo da história e desafiou a descobrir qual o papel da mulher no anúncio do Reino de Deus fora e dentro da Igreja, actualmente;
·          Na sexta-feira o Padre José Antunes conduziu-nos pelo Repensamento pós-conciliar da missão. Apresentou-nos o que mudou na Igreja, a forma como essas mudanças foram acontecendo e, o impacto que tiveram e têm na actividade Missionária da Igreja.
·         No sábado tivemos o testemunho missionário do Padre Jorge Amaro que partilhou connosco a sua experiência na Etiópia. Foi uma partilha bastante rica. Como não poderia deixar de ser o curso terminou com a celebração da eucaristia, que foi presidida pelo Padre Durães que procedeu à entrega dos diplomas, aos finalistas.
Esta semana de formação primou pela diversidade de temas abordados, de testemunhos missionários, união e comunhão entre todos os participantes, desde leigos a consagrados, todos unidos na Santíssima Trindade.
 
Márcia e Élia
Comunidade PI

 

 

 

O mês de Abril em terras moçambicanas

            O mês de Abril foi marcado por vigílias no início e no fim do mês!

A primeira foi para comemorar a XXIV Jornada Mundial da Juventude, onde estiveram presentes cerca de 800 jovens e estivemos juntos desde as 21h do dia 4 até às 7h30 do dia seguinte!
Preparamo-nos para sair e realizamos uma via-sacra para outra comunidade que dista 3 km, que terminou com a procissão dos ramos (pois era Domingo de Ramos). Durante esta caminhada fomos abençoados 3 vezes (2 chuvadas e no fim a água benta)! Esta vigília terminou com a missa às 6h.
 
Vânia
LMC - Maputo
 
Continue a ler aqui.

 

Missão em Maputo!

Cá estou de volta, depois de algum tempo de férias em casa. Tudo continua da mesma maneira, ou pelo quase da mesma maneira.

Durante este ano, continuo com as mesmas tarefas: dar aulas de informática, catequese e acompanhar a pastoral juvenil, para além de realizar algumas tarefas para a paróquia e para a escola. Um desses trabalhos foi fazer um trabalho sobre as crianças órfãs da nossa escola. É muito triste dizer que em cerca de 500 crianças, existem cerca de 60  crianças órfãs de pai, ou de mãe ou mesmo dos dois…
 
Vânia Costa, LMC
Benfica, Maputo
Moçambique
 
Continue a ler aqui.
 

 

Adeus David

Desde a Missão de Mongoumba, Susana nos escreve, partilhando o caminho precurrido e criando comunhão connosco

Passava pouco da sete da tarde do dia sete de Outubro quando os gritos invadiram a Missão. O pequeno David tinha vindo no dia anterior com os avós, segundo eles, o pequeno estava "um pouco quente".
Eu estava com a começar uma malária por isso não pude fazer grande coisa, contudo, a Rosanna verificou a febre e não era nada de significativo, mas ficamos com ele durante a noite para ver o que acontecia.
No dia seguinte, eu já não conseguia me levantar da cama mas a Rosanna continuava atenta ao pequeno David.
Às três da tarde, ela vem ao meu quarto e diz-me: "olha, o David está super-quente! Já lhe dei o paracetamol e a febre não desce!" Eu, também com febre, pus a mão no menino e vi que era exagerada a temperatura. ...

Continue a leitura aqui…
 

A promessa de Deus é para TOD@S

Este nosso segundo encontro dos LMC foi muito especial! Para além da habitual formação pudemos ajudar no acolhimento dos/as colaboradores/as dos combonianos, ainda por cima num dia tão importante para nós – o Dia Mundial das Missões.

 

A temática deste encontro de formação foi sobre os Actos dos Apóstolos. Este livro belíssimo da Bíblia trata do período histórico que vai da morte e ressurreição de Jesus Cristo até à constituição da Igreja. E tal como na actualidade, as comunidades cristãs cresceram por atracção, graças às aventuras missionárias de alguns eleitos de Deus, viagens essas sempre animadas e motivadas pelo Espírito Santo. Espírito Santo, esse, que os inspirou a optarem pela “Via” de Jesus Cristo ressuscitado.

Nesta “Via” havia espaço para todos. Para os puros e para os impuros, para os estrangeiros, para os perseguidores. Impressionante o caso de Paulo. Ele, um perseguidor dos que escolhiam a “Via”, o caminho de Deus através de Jesus Cristo, foi chamado a ser testemunha. É Ananias quem lhe comunica a decisão de Deus: “O Deus dos nossos pais predestinou-te para conheceres a sua vontade, para veres o Justo e para ouvires as palavras da sua boca, porque serás testemunha diante de todos os homens (…) E agora porque esperas? Levanta-te, recebe o baptismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome” (Act 22: 14-16).

 

A promessa de Deus é para TODOS. Nós somos os seus eleitos, não devemos recear ir em frente. Não devemos recear exteriorizar esse chamamento do Espírito Santo. E as primeiras comunidades cristãs tinham bem presente esse espírito de eleição divina, inclusive a eleição dos pagãos como testemunhas do amor de Deus que nem sempre foi unânime entre eles. É nos Actos dos Apóstolos que vemos narradas as aventuras missionárias dos primeiros cristãos. A Evangelização dos pagãos não é negligenciável neste livro: “Era primeiramente a vós que a palavra de Deus devia ser anunciada, visto que a repelis e vós próprios vos julgais indignos da vida eterna, voltamo-nos para os pagãos, pois assim nos ordenou o Senhor” (Act 13: 47).

 

Neste livro o Espírito Santo é o protagonista. Ele é o protagonista na escolha do povo eleito de Deus. Ele é protagonista na escolha acertada das suas testemunhas que envia depois em missão, que envia para o anúncio do Evangelho a quem ainda não o conhece.


Aqui entra a outra parte do nosso encontro! Domingo foi o Dia Mundial das Missões. Tal como há 2000 anos atrás, hoje ainda há pessoas que não O conhecem. E o Espírito Santo continua protagonista na vida de tantos homens e mulheres que partem na firme certeza desse anúncio. Por detrás desta linha da frente da Evangelização tem de haver uma retaguarda forte, coesa, que assegure que as “expedições” corram o melhor possível e tenham êxito na sua missão de Evangelização. Essa retaguarda é, sem dúvida, constituída pelos colaboradores, pelos benfeitores, pelos amigos e pelos familiares dos que estão na linha da frente.

 

Como caloiros (e acho que posso falar por todos os LMC! Se eles me deixarem…) nestas andanças missionárias foi com grande prazer e com grande alegria que acolhemos como missionários os colaboradores dos Combonianos! Foi um dia com muita alegria, muitos sorrisos e muito amor. O Papa Bento XVI dizia na sua mensagem para este dia: " não se trata simplesmente de colaborar na actividade de evangelização, mas de se sentir protagonista e co-responsavel da missão da Igreja". E os colaboradores presentes na nossa casa de Coimbra mostraram bem essa sua co-responsabilidade, principalmente enquanto ouviam o testemunho do Pe Francisco (missionário comboniano) que esteve nos últimos anos no Togo e depois lhe colocaram perguntas sobre a sua vida na missão.

 

Depois da celebração da Eucaristia podemos aquecer o estômago com um caldinho verde e petiscar os verdadeiros manjares que os colaboradores (devo admitir mais as colaboradoras, cozinheiras de mão cheia!) trouxeram para partilhar connosco. E não partilharam só a comida, mas também o testemunho da sua ligação com os combonianos, uma palavra amiga, de apreço pelo trabalho missionário e de incentivo para o futuro.
Depois seguiu-se a tarde recreativa. Sempre muito animada.

 

Um dia bonito, mas curto. Deveriam ser todos assim… Dias onde colocamos o amor de Deus, o amor à Missão à frente de todos os outros “amores”, mais narcísicos e menos comunitários.

Obrigada Senhor por mais este encontro! Por mais este pequeno passo de aprendizagem na caminhada até à missão.



Bárbara