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Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

Leigos Missionários Combonianos

Servindo a Missão ao estilo de S. Daniel Comboni

“Eu morro mas a minha obra não morrerá. ” (São Daniel Comboni)

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E para que a obra não morra, permanecemos juntos num momento tão importante como é este em que nós, Leigos Missionários Combonianos, caminhamos passo a passo no sentido de nos tornarmos uma Associação (que, se Deus quiser, nos permitirá ir mais além na missão). Assim, nos passados dias 5, 6 e 7 de Outubro os LMC reuniram-se para a Assembleia Geral LMC de Portugal, na casa dos MCCJ em Viseu. A nós se juntaram também o grupo de formandos com a Missionária Secular Comboniana Clara para a sua 2ª unidade formativa deste ano, sobre o tema “A palavra como con-vocação”.

Em toda a Assembleia o sentimento dos LMC era unânime: vivíamos um grande momento de inspiração, iluminados pelo Espírito Santo. Entre deliberação de Estatutos, análise, reflexão e reformulação do Diretório, conversas, discussões, eleição de novos cargos para os Orgãos Sociais da Associação de Leigos Missionários Combonianos, algumas (poucas e curtas) pausas, tudo foi fluindo. Sempre sentíamos que o espaço para acolher as diversas (e algumas vezes, divergentes) opiniões pautava a Assembleia, o que tornou este fim de semana um momento muito bonito e de forte crescimento! É impossível negar a presença das mãos de Deus e de São Daniel Comboni entre/em nós!

Vários foram os momentos de oração que nos foram permitindo manter-nos a caminho e, acima de tudo, encarnar esta presença de Deus, entregando o trabalho que íamos fazendo – mais que a opinião individual de cada um, que tudo fosse fruto e em prol da obra de Deus.

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Criados os Estatutos, reformulado o Diretório e eleitos os novos Orgãos Sociais, sinto dentro uma enorme gratidão a Deus pelas maravilhas que fez em nós. Colocamos agora o trabalho nas mãos de Deus e que, acima de tudo, o progresso da aprovação da Associação seja marcado pelos tempos de Deus (que tantas vezes são descompassados dos nossos). Rezamos juntos isto!

«As obras de Deus nascem e crescem aos pés da cruz». Assim, aos pés da cruz, rezamos, não só pelos frutos desta Assembleia, como também pelo trabalho dos novos Orgãos Sociais da Associação.

Como sabeis, continuamos juntos (longe ou perto).

Vossa LMC Carolina Fiúza

Momento de Oração - dia 6 de OutubroMomento de convívio

 

Orgãos Sociais

ASSEMBLEIA GERAL
- Presidente: Susana Vilas Boas
- Vice-presidente: Carlos Barros

- Secretário: Pedro Moreira

DIREÇÃO
- Presidente: Márcia Costa
- Vice-presidente: Élia Gomes
- Tesoureiro: Sandra Fagundes
- Suplente: Mário Breda

CONSELHO FISCAL
- Presidente: Vânia Costa
- 1º Vogal: Nelly Gomes
- 2º Vogal: Artur Cruz
- Suplente: Franquelim Lopes

Festa LMC, a alegria da partilha em Família

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"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida". (Jo 14, 6) Uma frase bíblica que ecoou no fim do dia de sábado que compôs o fim de semana da família LMC (em Viseu), na oração do fim de tarde. 

Iniciar este dia de sábado (7 de Julho) trouxe-me aquela sensação saudosista de ver as caras de sempre naquela casa de Viseu dos MCCJ que tantas vezes me acolheu para a formação proposta. O Caminho. Um caminho que é proposto para os que assim sentem no seu íntimo a paixão ardente de pertencer a esta família de LMC. 
Iniciar este dia fez-me recordar a Marisa, a Cristina, a Paula, a Neuza que agora se encontram em missão e que me acompanharam de perto no discernir um compromisso LMC. Recordei o Tiago Santos que entretanto não pode continuar connosco; o Flávio Soares cuja vida se mantém próxima, mas cujo caminho (porquanto) lhe pede outras dedicações; a Rufina que (hoje percebo) tem uma grande missão junto dos refugiados; a Patrícia Bernardino cujo paradeiro desconheço, mas que seguiu um belo caminho de discernimento vocacional. E tantos outros. Tantos que preencheram esta casa e que fazem deste lugar um recordar de crescer que Deus nos vai permitindo desbravar. 
Iniciar este fim de semana (7 e 8 de Julho) pediu-me que saísse de mim e reconhecesse esta família que cresceu, que está a crescer, com pessoas maravilhosas que trazem no seu coração um alma missionária que lhes pede para ir ao coração dos mais pobres e necessitados. E quão bom é reconhecer esta família que cresce e que a ela pertenço orgulhosamente!
Uma família que se reuniu para um momento de avaliação do ano que passou, para entender o caminho que foi desbravado e conversá-lo. Uma família que se reuniu para também conversar sobre documentos importantes e que serão o pano de fundo da nossa Assembleia Internacional em Roma este ano de 2018.  E que discussões se desenrolaram em prol do nosso movimento; conversas que originaram ideias de futuro para nós. E que orgulho ver este empenho de todos os leigos e formandos, também, traduzindo a vontade de nos tornarmos melhores, à imagem daquilo que Deus quer para destino dos LMC. Sábado cansativo que terminou em ritmo de oração. "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida". Juntos rezamos esta vontade de fazer caminho individual, mas também como movimento. 
 

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Domingo, dia de receber os nossos amigos e família. Um grande dia de animação no qual, juntos, pudémos falar com a Marisa e a sua comunidade de Moçambique. E que emoção é sabê-la feliz e em missão (de tal forma inculturada que até já se perde entre pronúncias portuguesas e moçambicanas). Vimos vídeos da Paula e da Neuza que nos transmitiram de forma genuína a sua  missão em Arequipa (Peru) e a importância que há na sua ação junto das pessoas, uma missão muito de olhar A pessoa, A sociedade com as suas particularidades. Uma missão social, de comunidade. Vimos também um vídeo do Flávio e da Liliana que estão em Piquiá (Brasil), testemunhando o trabalho junto de um povo que reclama por condições de habitação, um povo que se reúne para celebrar as colheitas. 

 

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 E, terminando este momento de testemunhos da missão de lá, falou-nos o Padre Joaquim Nogueira (acabado de chegar da missão da Etiópia). E que maravilha de testemunho! Quantas dificuldades, mas quanto de riquezas brilhavam nos seus olhos enquanto nos transmitia o que os Combonianos têm conseguido juntos destes "mais pobres e abandonados, onde ninguém vai". 

 Seguimos com a Eucaristia, o almoço partilhado e terminamos a nossa tarde com um momento para "rir com Deus": uma sessão de risoterapia facilitada pelo Fernando Batista, criador do projeto mais rir e que tem também uma grande missão - a de Evangelizar Cristo de uma forma divertida, descontraída e com Fé. 
 
 Enviados fomos. E partimos. Cada um para sua casa mas na certeza de que caminhamos juntos, seguindo "o Caminho, a Verdade e a Vida".
LMC Carolina Fiúza

Fim de semana de Espiritualidade Comboniana

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No passado fim-de-semana, de 8 a 10 de junho, os Leigos Missionários Combonianos marcaram a presença no Fim-de-Semana de Espiritualidade Missionária Comboniana, realizado na Maia e que teve como tema São Daniel Comboni - desafio para os jovens de hoje.

O encontro iniciou na sexta-feira à noite com a apresentação de todos os participantes, de entre os quais estavam membros dos diferentes ramos da família comboniana e mais alguns amigos e colaboradores.

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A manhã de sábado iniciou com o momento de oração orientado pelos formandos dos LMC presentes.

A Secular Comboniana, Helena Laranjeiro, abriu a temática convocando todos os presentes a enumerarem uma chuva de palavras em volta da palavra Jovem. Entre as várias palavras e expressões citadas, concluiu-se que os jovens são bons e, muitas vezes, são as “pessoas” que os definem como “maus”. Ainda dentro da procura da definição de Jovens, foram feitos pequenos grupos que discutiram entre si a visão da realidade juvenil nos dias de hoje e os seus aspetos positivos e negativos.

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A segunda parte da manhã foi assinalada pelo testemunho do P. Nuno que pertenceu à pastoral universitária de Coimbra, falando sobre o seu trabalho com os jovens no dia de hoje, salientando que não nos poderemos focar no número de jovens presentes nas atividades, paróquias e movimentos, mas sim pela qualidade, sendo essa uma vantagem, uma vez que é mais fácil de trabalhar e acompanhar. Da sua experiência, evidenciou alguns dos erros comuns da Igreja, quanto animadora da comunidade, referindo que devemos falar com entusiasmo e alegria, mostrando aquilo que dizemos sobre a alegria de seguir Jesus Ressuscitado.

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 De tarde, a sessão foi orientada pelo p. Ricardo Gomes que partilhou a sua experiencia como padre jovem e também do que são Daniel Comboni já dizia a respeito dos jovens. Dividiram-se novamente os grupos para refletir e discutir alguns escritos de Comboni destinados a vocações jovens.

Ao final da tarde prosseguiu-se com a Adoração ao Santíssimo, sendo esse um momento forte do dia, uma vez que permitiu refletir e interiorizar sobre o tema, tudo o que se ouviu e partilhou.

Após a Eucaristia com a comunidade da Maia, seguimos para o churrasco em formato convívio, onde não faltaram as sardinhas assadas, o caldo verde, a música animada e uma boa dose de animação!

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 No domingo de manhã, após a oração, seguimos para um painel orientado pela irmã Arlete e com a participação do padre José Vieira (provincial dos Missionários Combonianos), Sofia Coelho, Mónica Silva e Filipe Oliveira, que uma vez ligados a diferentes grupos de jovens e modos de vida, testemunharam sobre a temática “Jovens na igreja”.

Assim, vivemos um fim de semana muito rico em partilhas, testemunhos e, sobretudo, em reflexão e oração, num ambiente muito familiar e caloroso.

Mónica Silva

Ecos da 8ª Unidade Formativa - A rezar é que a gente se entende

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“A rezar é que a gente se entende” foi o mote para a 8ª unidade formativa que decorreu no fim-de-semana de 13 a 15 de abril. Como de costume, os Missionários Combonianos abriram-nos a sua casa em Viseu, onde sempre nos sentimos bem acolhidos e em nossa casa. Damos graças a Deus por essa dádiva. A formação foi orientada pelo Carlos Barros e pela Susana Vilas Boas.

Esta unidade formativa assume uma importância à parte das restantes. Sem oração, a missão torna-se estéril e sem sentido, fragiliza-se nos momentos difíceis; sem oração, podemos ser voluntários mas não verdadeiros missionários. O nosso santo Daniel Comboni alude insistentemente à necessidade da oração, seja a sós seja em comunidade. A relação íntima com o Sagrado Coração de Jesus impregna toda a sua ação evangelizadora, a missão “nasce aos pés da cruz” e concretiza-se com o envio dos seus apóstolos por Cristo ressuscitado.

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O centro desta formação foi a Liturgia das Horas, a base da oração em comunidade e que os leigos missionários devem saber muito bem manusear para bem a praticar. As orientações da Igreja encontram-se na “Instrução Geral Sobre a Liturgia das Horas”, emanada do concílio Vaticano II, de que os excertos mais significativos se encontram no início do breviário. A sua leitura é imprescindível, dispensando-nos de aqui a resumir ou sublinhar aspetos mais relevantes.

O sino da minha infância, na Vacariça, também marcava o compasso do tempo. O sacristão (ou um familiar) não se esquecia de tocar o sino todos os dias ao nascer do sol, as “matinas” (e acordávamos), ao meio-dia (e interrompia-se o trabalho no campo para a refeição) e ao pôr-do-sol, as “trindades” (e o trabalho terminava e regressava-se a casa). E em cada um desses momentos as pessoas faziam alguma curta oração silenciosa. Nesse tempo os cristãos eram convocados, alto e bom som, a orar ao ritmo das horas; mas isto são memórias do passado que a sociedade contemporânea vai apagando.

Que esta formação constitua também um sino que nos desperta e nos convoca à oração, diálogo íntimo com o Pai, como seiva da nossa vocação e ação missionária!

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Mário Breda

2ª Unidade Formativa LMC

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Neste que foi o 3ºfim-de-semana de Novembro, entre os dias 17, 18 e 19 os formandos dos Leigos Missionários Combonianos reuniram-se em Viseu no Seminário dos Padres Missionários Combonianos. Para mais uma unidade formativa, subordinado ao tema “Sacramentos e Vida: Que Ligação?” ministrada pela Irmã Carmo Ribeiro.

A formação iniciou-se no final do dia 17, sexta-feira, com a chegada dos formandos ao Seminário e com o habitual jantar em família.

O sábado iniciou-se com a Missa junto com a comunidade local. Posteriormente ao pequeno-almoço iniciaram-se os trabalhos com o simples mas muito cativante testemunho do Sr. P. Feliz que falou-nos das suas vivências/experiencias missionárias no Sudão. Principalmente nas áreas do ensino e da saúde. Como o próprio Sr. P. Feliz menciona ao longo do seu testemunho “o trabalho missionário não é um trabalho de salvação imediata mas sim um trabalho para a eternidade”, mostrando-nos o inesgotável trabalho de um missionário ao serviço do Senhor e do seu Reino.

Após o testemunho, iniciamos o tema principal da formação com as leituras de textos sobre os sacramentos. Ao longo das leituras, partilhas e da exposição teórica da Irmã Carmo podemos absorver alguns conceitos fundamentais ao tema. Quanto a isto, a Irmã Carmo referiu-se aos sacramentos como pilares do caminho da graça, tendo em conta que os sacramentos são fulcrais para pôr-nos em Deus e Deus em nós, ou seja, os sacramentos vem de Cristo e levam-nos a Cristo.

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Teoricamente os sacramentos dividem-se em três: de Iniciação – Batismo, Confirmação e Eucaristia; Cura – Penitência e Unção dos Doentes e os de Serviço – Ordem e Matrimónio. Mas para nós os sacramentos, como aprofundamos neste fim-de-semana vão muito além do explicável teoricamente. Deste modo, afirmamos que para nós os Sacramentos são as pedrinhas que constroem a calçada da caminhada de um cristão para Deus, como linguagem de uma História. Os sacramentos são encontros com Deus que nos transformam e convertem.

O serão foi dedicado ao cinema. Visualizamos o filme “A vida de Jesus Cristo segundo o Evangelho de São João”. De onde retiramos uma frase de Jesus Cristo que para nós é o resumo de todo o filme “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai se não por mim”.

No Domingo iniciamos a nossa caminhada com as Laudes. Ouvimos atentamente a experiencia do casal de leigos missionários Ana e Artur Valente, primeiros leigos missionários, que fizeram as delicias dos presentes com o amor visível um pelo outro e a Deus com que falam aos formandos presentes. De entre todos os conselhos e parábolas que nos deixaram, queremos partilhar convosco a seguinte “quando Deus nós vê tão atrapalhados ele manda-nos um rebuçado e só nos diz: Descasca-o” (Sra. Ana Valente). O Domingo formativo terminou com a Eucaristia e o almoço em Família, onde ouvimos por entre brincadeiras e risos as experiências dos mais velhos, trocamos várias ideias e pontos de vista.

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Em todo este fim-de-semana, que se fez de tão intenso fugaz, oramos especialmente a Deus pelo Dom da chuva, dada a seca que o nossa país e algumas partes do mundo atravessa, para que os agricultores possam regar as suas plantações, os pastores dar de beber aos seus rebanhos e as nossas montanhas possam cobrir-se pelo manto verde novamente. Humildemente pedimos a todos vós que juntem-se a nós nesta oração pelo Dom da chuva.

 

“Quando TUDO FALHA, há um que NÃO FALHA. Que é DEUS.”

Irmã Carmo Ribeiro 20/11/2017

Laura e David Ganilo

Dia da Família Comboniana

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Foi no passado dia 10 de Junho, dia do Anjo de Portugal, que nos reunimos com vários membros das diversas realidades da Família Comboniana -  Missionárias Seculares Combonianas, Irmãs Missionárias Combonianas e Missionários Combonianos - para, com muita alegria, celebrarmos pela primeira vez o DIA DA FAMÍLIA COMBONIANA. O evento decorreu em Óis da Ribeira (Fermentelos - Águeda) e éramos cerca de 50 missionários e missionárias. 

Após abraços de quem se reencontra e revê em espírito de família, o programa começou com a Eucaristia que decorreu numa das divisões da casa dos Combonianos de Fermentelos. Confesso, um local que a mim tanto me fez lembrar um verdadeiro cenáculo de Jesus pela simplicidade que primava em todo o espaço! 

 

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Seguiu-se o almoço de farnel partilhado e um convívio na Pateira de Óis da Ribeira, onde pudémos desfrutar do agradável dia solarengo entre conversas, partilha de vida, músicas e muita natureza. Engraçado foi assemelhar também toda a beleza da Pateira, na qual existe um vasto lago, ao Lago do Garda junto do qual São Daniel Comboni cresceu.

 

 

 

 

 

 

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 Um dia de convívio para celebrar a fertilidade do carisma comboniano nos 150 anos da fundação dos Missionários Combonianos. E "como são belos os pés que anunciam a paz", poder estar mais perto de cada pessoa que constitui esta grande Família e apaixonar-me ainda mais por ela, pela grandiosidade do coração de cada um que ali esteve naquele dia. 

 

Clica aqui e aqui para visualizares mais imagens deste dia.

 

com Amor, Carolina Fiúza

Ecos dos Encontros de Setembro e Outubro

Encontro de Setembro
 

O novo ano de formação teve início no fim-de-semana de 12 e 13 de Setembro. Foi bom reencontrar amigos (infelizmente nem todos conseguiram estar presentes) e dar as boas vindas à Graciete e ao Carlos, os nossos mais recentes companheiros de caminhada.

O tema deste primeiro encontro foi Jesus Cristo e o Reino, onde debatemos conteúdos como: o Reino de Deus e a Missão, O Reino de Deus e a Igreja e ainda a conferência do Pe. Carlos Carneiro sobre a Vida.

Em síntese:

- A missão é de Deus Pai que se realiza no Filho pelo Espírito Santo, o que faz de nós missionários por participação;

- Para viver em missão, mais importante que o FAZER é o SER, pois é fundamental que nos conheçamos bem, que nos aceitemos na nossa totalidade, só assim conseguimos ter uma relação mais próxima com Deus e com os outros. Como nos diz o Pe. Carlos Carneiro na sua conferência: “Ninguém pode viver fora de si… quanto mais perto de Deus mais perto de cada um de nós.”

- A Igreja é um meio ao serviço do Reino que tem como missão: difundir a Palavra de Deus, anunciar o Reino de Deus e fomentar a força da actividade missionária.

Ninguém melhor para definir o Reino de Deus que Jesus Cristo, foi o que fez nas Suas parábolas: Mc.4,26 - O Reino de Deus é como uma semente; Lc.14, 21 - O Reino de Deus é como o fermento; Mt.13, 44 - O Reino de Deus é como um tesouro escondido. O Reino de Deus é comparado a coisas pequenas e que nos podem parecer insignificantes, mas que nos conseguem surpreender de forma positiva e maravilhosa. 

 

Liliana
 

 

Encontro de Outubro

 

Mais um encontro se realizou no fim-de-semana de 17 e 18 de Outubro, que teve como tema a Assertividade. Neste novo encontro juntou-se ao grupo mais um elemento, a Sofia, que vem da zona do Porto (Vila do Conde).

No dia 17, começamos por partilhar um momento bonito que nos aconteceu nos últimos tempos, passando depois para a definição de assertividade, que não é mais que um “acto de defender os direitos pessoais e exprimir pensamentos, sentimentos e convicções de forma apropriada, directa e honesta, de modo a não violar os direitos dos outros” em suma significa afirmar-se.

Como nos diz S. Mateus no seu evangelho “Seja este o vosso modo de falar: sim, sim, não, não.” (Mt.5, 37). É essencial cultivar a simplicidade no modo de falar. Para nós cristãos é importante que tenhamos coragem de uma auto-avaliação na oração a Jesus Cristo, sobre o modo como nos afirmarmos perante os outros e nós próprios de modo a crescer no amor e na humildade.

A assertividade pode não ser uma característica inata ou um traço de personalidade que alguns de nós possuem e outros não, mas é uma aptidão que pode ser aprendida e trabalhada ao longo da vida.

Ser assertivo é ser empático e torna-nos mais feliz. E é algo que devemos procurar, por mais difícil que possa parecer, apenas temos de ser persistentes e sempre nós próprios.

Um aspecto que é importante ter em conta é que ninguém é 100% asserti vo com todas as pessoas e em todas as situações.

 

 

Depois da discussão sobre a temática dedicámo-nos à preparação da Festa Missionária da Casa de Coimbra e ao já tradicional jogo da canastra. Após do jantar participamos na Vigília Missionária na Sé Nova de Coimbra, presidida pelo Bispo de Coimbra D. Albino Cleto. E no dia 18 tivemos a Festa Missionária.

 

Sandrina e Liliana

 

 

 


 

Eco(s) do encontro de Maio

Manejo de Sentimentos – Festa Missionária da Casa de Coimbra
 
No fim-de-semana de 16 e 17 de Maio, tivemos mais um encontro em Coimbra, cujo tema foi “Manejo de Sentimentos”. Desta vez com menos tempo para dedicar à temática, já que no domingo tivemos a Festa Missionária da Casa de Coimbra, mas foi o suficiente para nos mostrar a sua pertinência na formação.
Abordamos conteúdos como: o Amor e a sua importância; definição e distinção de diálogo e discussão; a importância do diálogo; definição de sentimentos e a sua origem; motivos que nos levam a reprimir os sentimentos; como gerir e aceitar os nossos sentimentos.
Para mim foi bastante interessante, como que a continuação do encontro anterior “Eneagrama” onde deparámos com um processo de auto-conhecimento muito gratificante e onde foram gerados sentimentos, nem todos fáceis de entender e assumir, o que acontece na nossa vida diária mas não tão intensamente.
Neste fim-de-semana foram-nos dadas ferramentas para ajudar a gerir e entender melhor os sentimentos e a forma como reagimos a cada um deles, pois cada sentimento é uma revelação do que temos dentro de nós e só temos a aprender com eles. É necessário entender que, não existem sentimentos maus nem bons, a forma como reagimos a cada um deles é que pode ser positiva ou negativa, e ninguém nos pode provocar sentimentos, apenas estimular ou despertar os que temos latentes ou adormecidos dentro de nós.
No final foi-nos entregue um texto – O Convite – que termina da seguinte forma e sobre o qual vale a pena reflectir: “Quero saber se consegues estar só contigo mesmo e se verdadeiramente gostas da companhia que te fazes nos momentos vazios.” (Oriah Mountain Dreamer)
 
No Domingo tivemos a Festa Missionária da Casa de Coimbra que iniciou com o testemunho apaixonante do Pe. José Júlio que chegou em Novembro de Moçambique. Seguiu-se a celebração da Eucaristia, presidida pelo Pe. Joaquim que foi bastante emotiva pela sua despedida, já que irá partir em breve para a sua missão do coração, na Zâmbia. Na Eucaristia foi-nos transmitido que a comunidade de Coimbra é de momento de 5 elementos: Pe. Paulo Emanuel, Pe. Joaquim, Pe. Germano, Pe. Boaventura e o Irmão Francisco.
Depois do almoço partilhado tivemos uma tarde de convívio onde os colaboradores foram convidados a mostrar os seus talentos, e talentos não faltaram: fados, cantigas populares portuguesas e brasileiras, anedotas, e até nós participámos com uma pequena representação da história tradicional “O Velho, o Rapaz e o Burro”. Depois de toda esta animação nada melhor que um momento de reflexão para finalizar, e foi o que se seguiu, com uma bela oração inspirada em S. Paulo.
E é com S. Paulo que vos deixo.
1 Coríntios 13, 1-13
 
1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver amor,
sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
2 Ainda que eu tenha o dom da profecia
e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas,
se não tiver amor, nada sou.
3 Ainda que eu reparta todos os meus bens
e entregue o meu corpo para ser queimado,
se não tiver amor,
de nada me aproveita.
4 O amor é paciente,
o amor é prestável,
não é invejoso,
não é arrogante nem orgulhoso,
5 nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita nem guarda ressentimento.
6 Não se alegra com a injustiça,
mas rejubila com a verdade.
7 Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim,
o dom das línguas cessará,
e a ciência será inútil.
9 Pois o nosso conhecimento é imperfeito,
e imperfeita é também a nossa profecia.
10 Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
11 Quando eu era criança,
falava como criança, pensava como criança,
raciocinava como criança.
Mas, quando me tornei homem,
deixei o que era próprio de criança.
12 Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa;
depois, veremos face a face.
Agora, conheço de modo imperfeito;
depois, conhecerei como sou conhecido.
13 Agora permanecem estas três coisas:
a fé, a esperança, o amor;
mas a maior de todas é o amor.
 
Liliana

"Caminhando ao ritmo do Eneagrama"

Novas pegadas marcaram o percurso de formaçao dos futuros LMC no fim-de-semana de 25 e 26 de Abril. Desta vez na casa de Santarém, a Celina, a Sandrina, a Márcia, a Verónica, o Henrique, o Zé Manel, a Maria, a Hélia e a Liliana rumaram para um novo fim-de-semana de formação e convívio.

Um fim-de-semana marcado por diversas emoções causadas, sobretudo, por uma experiência nova para todos, o eneagrama. Conduzidos pela psicóloga Margaret, rumamos ao conhecimento da essência da personalidade de cada elemento do grupo. Através da partilha e análise de experiências, vivenciamos intensos momentos que nos permitiram atingir um conhecimento mais profundo de nós próprios e dos restantes elementos do grupo. Uma experiência importante que permitirá criar laços de amizade mais coesos entre os membros do grupo. 

Dois dias que apesar de intensos a nivel de processamento de novas informações, passaram a correr e deixaram-nos ansiosos pelo próximo encontro a 16 e 17 de Maio.

 

Verónica Guarda

 

 

A alegria e a amizade estão sempre presentes nos encontros!!

Ecos do último encontro

No fim-de-semana de 12 e 13 de Julho tivemos o último encontro de formação. No Sábado de manhã e início da tarde discutimos o tema a Missão em Mudança, tema que já tinha sido trabalhado por alguns de nós para apresentação no ateliê que tivemos em Maio no Luso pelo IIº Grande Encontro dos Jovens e Festa das Famílias. Tivemos a presença de uma pessoa nova, a Sara, que conhecemos precisamente nesse Domingo, no Luso.
O resto da tarde foi de avaliação em relação aos dois últimos anos de formação, e onde foram ouvidas e colhidas algumas opiniões importantes.
A nova Equipa Coordenadora vai reunir-se durante 4 dias em Agosto precisamente para delinear o próximo ano de formação e fazer alguns ajustes necessários para que a nossa formação seja ainda melhor.
Depois do jantar voltamos a reunir para preparar a Eucaristia do dia seguinte e fazer uma pequena surpresa ao Padre Alfredo com uma apresentação powerpoint com fotos que alguns de nós previamente seleccionamos. Foi uma singela homenagem de todos nós ao enorme espírito Missionário que ele teve á frente do Movimento durante estes anos.
No Domingo de manhã, fizemos a recepção aos pais (estiveram presentes os meus pais, os pais do Pedro e os familiares da Maria Augusta).
Às 10:30 a Susana deu o seu testemunho. Foi bonito ver e especialmente sentir a enorme paixão que ela tem por Mongoumba!!! E penso que transmitiu isso mesmo para todos os presentes.
Às 12:00 foi tempo de celebrarmos a nossa Eucaristia. Linda como sempre e como só nós a sabemos viver e celebrar… No fim, na Acção de Graças, lemos alguns mail’s que os leigos em missão nos enviaram, a Vânia, a Emília, o Álvaro, a Sandra e a Maria Augusta. Deu-se ainda o passar de testemunho simbólico, do Padre Alfredo para o Padre Paulo.
Depois do almoço, bastante animado por sinal, tivemos a habitual tarde de convívio.



Carlos Barros